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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

ZONA AUTÔNOMA - Compilação Beneficente ao Espaço INFIXO (2013)

Compilação em Benefício ao Espaço INFIXO ( antigo TOREN) localizado em Fortaleza-CE. O material contou com participação de grupos libertários de RAP, FUNK, PUNK ROCK, CRUST, D-BEAT e EXPERIMENTAL de vários estados do Brasil e também da ARGENTINA, como a Progrecídio.

01. Expressão Explícita - LEZADO RUAS 02. Insistência e Resistência Punk - GRILLUS SUB 03. Iludidos- GRILLUS SUB 04. Anti-Bid - CICLOVIDA 05. Óieu Aqui de Novo - CICLOVIDA 06. Fim do Jogo - MÁCULA 07. Ideias Incendiárias - MÁCULA 08. Economia da Miséria - REFÉNS 09. Usurpador - REFÉNS 10. Crimes de Estado - ANGÚSTIA NO! 11. Palestina Livre - ANGÚSTIA NO! 12. Ritmo do Pogo - ANARCOFUNK 13. A Guarda Toma, A Choque Mata - ANARCOFUNK 14. Incógnito - NE KONI 15. Nada - NE KONI 16. Cosificar - PROGRECÍDIO 17. Pasion Destructiva - PROGRECÍDIO 18. Nada a Perder - AUTORXS DO FATO 19. Nos Querem Burros - AUTORXS DO FATO 20. Metrópole - MARUIM ATTACK 21. Tempo dos Assassinos - MARUIM ATTACK 22. Cai o Dia -GRIUTS 23. Infelicidade -GRIUTS 24. Poema - DELIRIUM TREMENS 25. Perniciosa Ideia - DELIRIUM TREMENS 26. Borboleta Monarca - CU 27. Atenção Pede...- CU

quinta-feira, 5 de julho de 2018

TRIBO ETHNOS


Um dos coletivos/grupos mais interessantes do Brasil surgido na cidade de João Pessoa-PB.

Tribo Ethnos é um movimento musical-filosófico que se iniciou em 1990, em João Pessoa, como um grupo que almejava fazer arte se utilizando de diversas linguagens artísticas com ênfase na música e dança, tendo como pensamento principal uma arte que defenda o humanismo.
A priori suas influências foram marcadas pelo hip hop, rock, world music e new age. No decorrer de 20 anos, a Tribo passou a adotar e respeitar todos os estilos, fazendo experimentos musicais, visuais, gestuais e adotando outras formas de fazer arte. Hoje fazem parte desse grupo músicos, poetas, escritores, dançarinos, artistas plásticos, atores, filósofos e cientistas.
O grupo tem como expressões principais a música e a dança, mas também se utilizam de outras linguagens artísticas, como literatura, fotografia, artes gráficas e artes plásticas, moda (indumentária e figurino), quadrinhos etc. Utilizam-se tanto de elementos populares como eruditos, assim como elementos da cultura de outros países e de várias regiões do Brasil.

TRIBO ETHNOS - Caminito (2006)




segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cópula Sem Sede - LUX ALT

CÓPULA SEM SEDE


Doce mergulho
Na xícara de chá verde,

Engole o barulho.
Jogado a parede,
Todo orgulho

Tanto prazer sem sede...
Das cinzas ao bagulho.



quinta-feira, 21 de junho de 2018

C.O.I.C.E - Com Ódio e Indignação Continuamos Existindo. (2016)

Projeto experimental/ póspunk/noise formado em Macapá-AM.

COICE - Frieza Profissional


PERSONA - Som (1975)

Um dos discos mais estranhos que a música brasileira já produziu! Para muitos é considerados o primeiro disco de música eletrônica do país...para outros é uma ótima bizarrice dadaísta. 

Tirem suas próprias conclusões!. 





VZYADOQ MOE - Ápice (1988)

       O grupo surgiu em 1986, na improvável cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, a "Manchester paulista". O nome do grupo já mostrava o quão original era: as letras foram sortedas e no final saiu algo "vzyadoqmof". 

       O grupo resolveu deixá-la mais palatável, criando o Vzyadoq Moe e era formado por meninos com idade entre 15 e 17 anos: Fausto Marthe (voz e letras); Marcelo Raymond (guitarra), Marcos Stefafeni "Peroba" (bateria e percussão), Edgard Degas (baixo) e Jacksan Moreira (guitarra).



      O som do Moe era derivativo, por vezes, de baluartes dos anos 70 e 80, como o Pere Ubu, Joy Division, PiL, e bandas industriais, como o alemão Einstürzende Neubauten. A bateria era formada por latas, pedaços de metal, chapas de zinco, e produziam um som hipnótico e perto do violento. As composições eram feitas de maneiras livres: "'Não existe lei. Às vezes o baixo faz a linha da guitarra, a guitarra marca o ritmo e a bateria define a melodia", falava Marcelo "Peroba", dono da garagem onde rolaram os primeiros ensaios.

       O grupo impressionava ao vivo pela violência e carisma em cima do palco, além do som incomum por esses lados. Seduzido por isso, o selo independente Wop-Bop ofereceu-lhes um contrato para a produção de um LP próprio. O produtor escolhido era o jornalista José Augusto Lemos, músico independente do grupo Chance.


    Em 1988 é lançado O Ápice, disco que chamou a atenção de críticos no Brasil e no exterior, embora a produção não tenha sido das mais primorosas, tecnicamente falando. René Ferri, um dos sócios e dono da Wop-Bop, lembra dos problemas:


 "O disco do Vzyadoq Moe nos deu a idéia completa do que é editar um retumbante fracasso. A gravação se deu no velho e superadíssimo Estúdio Eldorado, sei lá por que motivo. Acho que os músicos não levaram muito a sério o trabalho. A banda devia ser um brinquedo para eles. O corte do disco na RCA saiu ruim e ninguém percebeu ou fez que não percebeu. Conseguimos vender menos de 300 cópias. Foi o disco que mais divulgamos e o que menos deu retorno. Um fracasso completo."

FONTE: http://www.beatrix.pro.br/mofo/vzyadoq.htm 

JORNADAS ANARCOPUNK (2020)