sexta-feira, 30 de agosto de 2019

DEVOTOS - MAIS ARMAS? NÃO! (1992)

Raridade postada por CANNIBAL da banda DEVOTOS! Trata-se de uma das primeiras versões de MAIS ARMAS? NÃO!

domingo, 11 de agosto de 2019

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Pito Karcoma y El Kilombo Agitasion - En Busca y Captura...(2004)

«En busca y captura». La banda de Pito ha sacado este disco de rumbas callejeras con letras que hablan de lucha y sentimientos. Salvo temas como «La playa» de Josu Arteaga la gran mayoría de las letras están compuestas por Pito Carcoma. El cd incluye el videoclip del tema Siempre-ciudad, que habla de la fría y gris cotidianeidad de las cuidades, y en el que se pueden ver imágenes de la ciudad de Elx, de donde son Pito Karcoma y sus compinches. fonte: https://www.nodo50.org/ekintza/2005/p... Playlist 01. Comunicando... 00:00-00:35 02. El Kilombo 00:35- 04:26 03. Sempre Ciudad 04:28- 08:14 04. Lágrima de Oro 08:14- 11:50 05. Te Quiero 11:50- 16:05 06. Oracion Atea 16:05- 18:45 07. A tu Lado 18:45- 22:22 08. La Union 22:22- 22:55 09. Revolution 22:55- 26:00 10. Ay Margarita 26:00- 30:30 11. Romper La Paz 30:30- 32:50 12. La última playa 32:50 - 36:06 13. Soledad Blues 36:06- 38:30 14. Recontramix Mala Pulga Mix 38:30-44:13

Mãos Fúnebres - Dias de Horror EP (2019)

Mãos Fúnebres - Dias de Horror EP (2019) Gênero: pós-punk/darkwave Fabiano Quaresma (vocais) Walber Wander (baixo e programações) Lowrhahn (guitarras e vocais de apoio) 01 - Desertos de Luz 00:00 02 - Dias de Horror 04:40 03 - Fatos Reais 09:35 04 - Ilusões do Tempo 14:36 05 - Estamos Indo Embora 18:37 06 - Vícios (Sozinho) 22:12 Arte da capa: Lowrhahn/Karlla Ferreira Gravado e mixado por Walber Wander. Masterizado por Lowrhahn. Facebook: https://www.facebook.com/MaosFunebres/ Instagram: http://www.instagram.com/maosfunebres/ Twitter: www.twitter.com/maosfunebres Download: https://bit.ly/2SxKT04


Mãos Fúnebres - Segredos Nervosos (2018)

Mãos Fúnebres - Segredos Nervosos (2018) - Full Primeiro trabalho da banda paraibana Mãos Fúnebres. Gênero: pós-punk/darkwave Fabiano Quaresma (vocais) Walber Wander (baixo e programações)


Ignor Figueiredo (guitarras) 01 - Encontro Com O Eterno 00:00 02 - Segredos Nervosos 05:01 03 - Corpo Que Anda 09:47 04 - Casa das Sombras 13:32 05 - Encontro Lunar 18:30 Arte da capa: Fabiano Quaresma/Karlla Ferreira Gravado e mixado por Walber Wander. Facebook: https://www.facebook.com/201425616880... Instagram: http://www.instagram.com/maosfunebres/ Download: https://bit.ly/2M4V2y9

Fecal Matter- Illiteracy Will Prevail (1986)

Fecal Matter - Illiteracy Will Prevail (Complete Demo Tape) Kurt Cobain on vocals and guitar Dale Crover on drums, bass and backing vocals Recorded in Easter, 1986 - Music room, Earl residence, Burien, WA, US

:00 Sound of Dentage 4:50 Bambi Slaughter 8:24 Laminated Effect 10:42 Blathers Log 13:19 Class of '86 (Punk Rocker) 17:15 Boatakk 19:21 Love My Family 28:28 Accusations 33:05 Spank Thru 36:55 Insurance 38:24 Buffy's Pregnant 42:41 Vaseline 45:08 Downer 48:09 Instramental (Instrumental version of Boatakk) 49:48 Riffs & Devo



sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Unleashed Noise Records Entrevista 11 ( Debie) 23 07 2019

A convidada desta vez foi a Debbie, conversamos sobre os seus projetos de bandas, a Mácula e a Agnosia, onde ela é baixista e também faz parte do selo/distro/coletivo Crust or Die, além disso falamos sobre o festival Faça Você Mesma e como é ser uma mina punk envolvida nestas atividades. Um bate papo incrível sobre feminismo, literatura, punk e seus futuros planos dentro do cenário. Apoio: @joakimdbk Crust or Die: https://web.facebook.com/CrustordieCo... Mácula: https://web.facebook.com/maculacrust/ Agnósia: https://web.facebook.com/Agnosiapunk/ Festival Faça Você Mesma: @facavocemesmafest Apoiase: https://apoia.se/unleashednoiserecscanal Loja Unleashed Noise Records: https://unleashednoiserecs.minestore....

Unleashed Noise Records Entrevista 09 - Marina Knup 11 de jun de 2019

A entrevistada desta vez foi a Marina Knup, responsável pela editora e selo Imprensa Marginal. Conversamos sobre os seus novos trabalhos com o documentário Viver Para Lutar e além desta conversa, também falamos sobre punk, anarquismo, feminismo, DIY e movimentações dentro do cenário punk! Entrevista e roteiro: Leandro Câmeras e edição: @joakimdbk Som Direto: N. Carvalho Trilha Sonora - Permanente Estado de Conflito - o que não mata, embrutece SEJA UM APOIADOR :https://apoia.se/unleashednoiserecscanal Loja Unleashed Noise Records: https://unleashednoiserecs.minestore.... Links: Imprensa Marginal: https://anarcopunk.org/imprensamarginal/ Do Morro Produções: https://www.facebook.com/domorroprodu... Livraria Africanidades: http://www.livrariafricanidades.com.br/ Kasa Ajeji: https://www.facebook.com/ajejikasa/

quinta-feira, 21 de março de 2019

Skatistas Suburbanos (2011)





Transubstancial (2003) - Torquato Joel

Uma visão existencialista da obra do poeta Augusto dos Anjos a partir de fragmentos de seus poemas. Ficha Técnica: Ano: 2003 Cidade: João Pessoa - PB País: Brasil Gênero: Ficção Prêmios: Melhor curta da crítica (Festival de Brasília) Melhor curta, direção, Prêmio BNB Melhor fotografia no Cine PE Melhor fotografia no Festival de Belém (PA) Melhor curta no CURTA-SE Melhor trilha sonora musical no Vitória Cine Vídeo Direção e Roteiro: Torquato Joel Produção Executiva: Moema Müller Fotografia e Câmara: Mauro Pinheiro JR, ABC Direção de Arte: José Rufino Montagem/Edição: Flávio Zettel Trilha Musical e Direção Musical: Eli-Eri Moura (COMPOMUS-UFPB) O Poeta - Walmar Pessoa O Pai - Fernando Teixeira Voz do Poeta - Luís Carlos Vasconcelos Voz do Destino - Carlos Gregório Som Direto: Sílvio Da-Rin Edição de Som: Edwaldo Mayrink, Guillermo Tinoco Mizagem: Ulysses Lopes, Zé Ronaldo Leal Consultoria de Mizagem: Roberto Leite Consultoria de Roteiro: Ângela Bezerra de Castro, Chico Viana Direção de Produção: Heleno Bernardo Figurino e Produção de Arte: Romero Souza Produção de Elenco: Nanêgo Lira Primeiro Assistente de Câmara: Lula Carvalho Segundo Assistente de Câmara: João Carlos Beltrão Eletricista: João Sagatio Maquinista: Roberto Machado Produção de Set: Carlos Casteli Maquiagem: Williams Muniz Trucagem: Ronald Palatnik Produção de Finalização: Karen Barros Efeitos Sonoros: Didier Guigue (COMPOMUS-UFPB) Ruídos de Sala: Jorge Pimenta Montagem de Negativo: Ângela Bífaro Primeira Assistente de Direção: Ana Isaura Nogueira Segundu Assistente de Direção: Ferdinando Dantas Assistente de Arte: Maria Botelho Microfonista e Assistente de Som: Joerbson Santana Gravação das Locuções: Alexandre Jardim ELENCO Agricultor - José Guabiraba Carvalho Índio - Antônio Aureliano Negro - Gerson Severino da Silva Sombras do Poeta - Márcio Rodrigues, Joacy Alves Declamantes (por ordem de apresentação): Linaldo Guedes, Jocerlan e Silva, Celsa Monteiro Jacinto Moreno, Aparecida Melo, Williams Muniz Participação Especial: Zezita Matoos, Neide Melo Elenco de Apoio: Alêssa Nasiasene, Ana Luisa Camino, Augusto Magalhães, Cida Costa, Clezite Alves de Souza, Eulina Barbosa, Horieby, João Dantas, Maria Botelho, Maria Clara, Marcus Vinícius, Thiago Henrique, Vima Casé


Voz do Juiz: Iveraldo Lucena Vozes de Rezas: Maria Oneide Monteiro, Marlene Barbosa, Regina Ribeiro, Romildo Duarte Menezes, Vilma Soares Video Assist: André Morais Boy de Set: Gilvan Dantas Equipe de Apoio de Arte: Adriano Fidelis, Marconi Nicácio, Joab Ribeiro, "Dedé" Alves Alimentação - Espaço das Refeições Câmara - JKL Cine Luz e Maquinária - Quanta Trucas e Créditos - Movedoll Cinematográfica Estúdio de Mixagem - VTI Laboratório - LABOCINE Música Incidental: "Ô Serená Serená", na voz de Odete de Pilar (gravada pelo LEO/UFPB) Trilha Sonora Original Gravada por membros do Quinteto Paraíba: Yerko Tabila (primeiro violino), Ronedilk Cavalcanti (segundo violino), Samuel Spinoza (viola), Nelson Campos (violoncelo) Instrumentos MIDI: Eli-Eri Moura Gravação, Mixagem e Edição da Trilha Sonora Musical: SG Studio Digital (João Pessoa - PB) Técnico de Gravação: Igor Ayres Mixagem e Edição da Trilha Sonora: Sérgio Gallo

A Árvore da Serra - AUGUSTO DOS ANJOS (1884-1914)


— As árvores, meu filho, não têm alma! E esta árvore me serve de empecilho... É preciso cortá-la, pois, meu filho, Para que eu tenha uma velhice calma! — Meu pai, por que sua ira não se acalma?! Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?! Deus pos almas nos cedros... no junquilho... Esta árvore, meu pai, possui minh'alma! ... — Disse — e ajoelhou-se, numa rogativa: 'Não mate a árvore, pai, para que eu viva!' E quando a árvore, olhando a pátria serra, Caiu aos golpes do machado bronco, O moço triste se abraçou com o tronco E nunca mais se levantou da terra!"


Vandalismo - AUGUSTO DOS ANJOS (1884-1914)


Meu coração tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longínquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Canta a aleluia virginal das crenças.
E as ametistas e os florões e as pratas.
Vertem lustrais irradiações intensas Cintilações de lâmpadas suspensas
E nesses templos claros e risonhos...
Como os velhos Templários medievais Entrei um dia nessas catedrais
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!"
E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas


Uma análise do poema: O poema é em si uma metáfora, onde o coração é o "querer" do poeta, como o amor espiritual, virtuoso e puro expresso na primeira estrofe. A segunda estrofe reitera e detalha estas virtudes onde o "querer" é minuciosamente enunciado com a descrição de um templo grandioso, local de louvor e adoração. O primeiro terceto representa a paixão como um templário, uma autoridade dominadora que arrebata e toma a virtude. Os gládios e hastas simbolizam os ímpetos do desejo sobre o amor espiritual idealizado e na "chave de ouro", prevalece o desejo que submete a paixão. Vandalismo trata das rupturas internas, dos valores que uma vez idealizados; confrontam no íntimo e o arrebatamento, a paixão, nos leva a uma ruptura para sustentar uma nova ordem. O conflito entre o amor idealizado e o arrebatamento é a figura do templário e seu poder confessional. É uma representação profunda para o período que viveu o poeta, num ambiente de amenidades e manifestações idealizadas.



Versos a um Coveiro - AUGUSTO DOS ANJOS



Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos (Cruz do Espírito Santo, 20 de abril de 1884 — Leopoldina, 12 de novembro de 1914) foi um
poeta brasileiro, identificado muitas vezes como simbolista ou parnasiano. Todavia, muitos críticos, como o poeta Ferreira Gullar, preferem identificá-lo como pré-modernista, pois encontramos características nitidamente expressionistas em seus poemas.
É conhecido como um dos poetas mais críticos do seu tempo, e até hoje sua obra é admirada tanto por leigos como por críticos literários. Sua poesia chocou a muitos, principalmente aos poetas

parnasianos, mas hoje é um dos poetas brasileiros que mais foram reeditados. Sua popularidade se deveu principalmente ao sucesso entre as camadas populares brasileiras e à divulgação feita pelos modernistas. Hoje diversas editoras brasileiras publicam edições de Eu e Outras Poesias.
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Numerar sepulturas e carneiros, Reduzir carnes podres a algarismos, Tal é, sem complicados silogismos, A aritmética hedionda dos coveiros! Um, dois, três, quatro, cinco... esoterismos Da Morte! E eu vejo, em fúlgidos letreiros, Na progressão dos números inteiros A gênese de todos os abismos! Oh! Pitágoras da última aritmética, Continua a contar na paz ascética Dos tábidos carneiros sepulcrais Tíbias, cérebros, crânios, rádios e úmeros, Porque, infinita como os próprios números A tua conta não acaba mais!"

Poema Negro - AUGUSTO DOS ANJOS ( narração Othon Bastos )


Para iludir minha desgraça, estudo. Intimamente sei que não me iludo. Para onde vou (o mundo inteiro o nota) Nos meus olhares fúnebres, carrego A indiferença estúpida de um cego E o ar indolente de um chinês idiota! A passagem dos séculos me assombra. Para onde irá correndo minha sombra Nesse cavalo de eletricidade?! Caminho, e a mim pergunto, na vertigem: — Quem sou? Para onde vou? Qual minha origem? E parece-me um sonho a realidade. Em vão com o grito do meu peito impreco! Dos brados meus ouvindo apenas o eco, Eu torço os braços numa angústia doida E muita vez, à meia-noite, rio Sinistramente, vendo o verme frio Que há de comer a minha carne toda! É a morte — esta carnívora assanhada — Serpente má de língua envenenada Que tudo que acha no caminho, come... — Faminta e atra mulher que, a 1 de janeiro, Sai para assassinar o mundo inteiro, E o mundo inteiro não lhe mata a fome! Nesta sombria análise das cousas, Corro. Arranco os cadáveres das lousas E as suas partes podres examino... Mas de repente, ouvindo um grande estrondo, Na podridão daquele embrulho hediondo Reconheço assombrado o meu destino! Surpreendo-me, sozinho, numa cova. Então meu desvario se renova... Como que, abrindo todos os jazigos, A morte, em trajos pretos e amarelos, Levanta contra mim grandes cutelos E as baionetas dos dragões antigos! E quando vi que aquilo vinha vindo Eu fui caindo como um sol caindo De declínio em declínio; e de declínio Em declínio, com a gula de uma fera, Quis ver o que era, e quando vi o que era, Vi que era pó, vi que era esterquilínio! Chegou a tua vez, oh! Natureza! Eu desafio agora essa grandeza, Perante a qual meus olhos se extasiam... Eu desafio, desta cova escura, No histerismo danado da tortura Todos os monstros que os teus peitos criam. Tu não és minha mãe, velha nefasta! Com o teu chicote frio de madrasta Tu me açoitaste vinte e duas vezes... Por tua causa apodreci nas cruzes, Em que pregas os filhos que produzes Durante os desgraçados nove meses! Semeadora terrível de defuntos, Contra a agressão dos teus contrastes juntos A besta, que em mim dorme, acorda em berros Acorda, e após gritar a última injúria, Chocalha os dentes com medonha fúria Como se fosse o atrito de dois ferros! Pois bem! Chegou minha hora de vingança. Tu mataste o meu tempo de criança E de segunda-feira até domingo, Amarrado no horror de tua rede, Deste-me fogo quando eu tinha sede... Deixa-te estar, canalha, que eu me vingo! Súbito outra visão negra me espanta! Estou em Roma. É Sexta-feira Santa. A treva invade o obscuro orbe terrestre. No Vaticano, em grupos prosternados, Com as longas fardas rubras, os soldados Guardam o corpo do divino mestre. Como as estalactites da caverna, Cai no silêncio da cidade eterna A água da chuva em largos fios grossos... De Jesus Cristo resta unicamente Um esqueleto; e a gente, vendo-o, a gente Sente vontade de abraçar-lhe os ossos! Não há ninguém na estrada da Ripetta. Dentro da Igreja de São Pedro, quieta, As luzes funerais arquejam fracas... O vento entoa cânticos de morte. Roma estremece! Além, num rumor forte, Recomeça o barulho das matracas. A desagregação da minha ideia Aumenta. Como as chagas da morféa O medo, o desalento e o desconforto Paralisam-se os círculos motores. Na eternidade, os ventos gemedores Estão dizendo que Jesus é morto! Não! Jesus não morreu! Vive na serra Da Borborema, no ar de minha terra, Na molécula e no átomo... resume A espiritualidade da matéria E ele é que embala o corpo da miséria E faz da cloaca uma urna de perfume. Na agonia de tantos pesadelos Uma dor bruta puxa-me os cabelos, Desperto. É tão vazia a minha vida! No pensamento desconexo e falho Trago as cartas confusas de um baralho E um pedaço de cera derretida! Dorme a casa. O céu dorme. A árvore dorme. Eu, somente eu, com a minha dor enorme Os olhos ensangüento na vigília! E observo, enquanto o horror me corta a fala, O aspecto sepulcral da austera sala E a impassibilidade da mobília. Meu coração, como um cristal, se quebre O termômetro negue minha febre, Torne-se gelo o sangue que me abrasa, E eu me converta na cegonha triste Que das ruínas duma casa assiste Ao desmoronamento de outra casa! Ao terminar este sentido poema Onde vazei a minha dor suprema Tenho os olhos em lágrimas imersos... Rola-me na cabeça o cérebro oco. Por ventura, meu Deus, estarei louco?! Daqui por diante não farei mais versos."



quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

CUSPE - Terrorismo de Estado ( 2002)

Obs: Não tenho o nome de todas as letras. Quem souber, me ajuda! 01. Intro/ Ainda Tem Água na Muringa 02. DemoKKKraC.I.A para TodU.S 03. A Liberdade 04. Resistência Indígena 05. Resistência Indígena parte 02 06. ?????? 07. ?????? 08.?????? 09. ????? 10. Flores aos Rebeldes que Fracassaram 11. Anarquia é Ordem 12. ?????? 13. Terrorismo de Estado 14. Epílogo/ ...e Pêdo Bó Caiu no Ôco do Mundo!




link: https://www.4shared.com/rar/NY6LMzJ2fi/CUSPE_Terrorismo_De_Estado_200.html 

CUSPE - Sem Fé, Sem Lei, Sem Rei (2013)

link: https://www.4shared.com/get/yerxHoidgm/CUSPE_-_Sem_Fe_Sem_lei_sem_Rei.html


Rogério - vocal e guitarra Jr. Torto Diniz - Baixo Maurício - Bateria e percussão Tony - Bateria Washington - Percussão 01. Real Salvação 02. Coma 03. Sentido 04. Ódio e Amor 05. Sem fé, sem lei, sem rei 06. Era uma vez a Idade Média, hoje! 07. Inferno 08. Herança Maldita Vídeo Real Salvação



CUSPE - Demo NOSSA LUTA (1989)

O primeiro trabalho do grupo, a Demo NOSSA LUTA! foi gravada na casa de Maurício, em 1989. É considerado um dos primeiros registros em áudio dos punks da cidade de Campina Grande-PB.


Derek - Vocal e Guitar
Maurício - bateria
Jr. Torto Diniz - Baixo


link: https://www.4shared.com/get/IfUoMKTMgm/CUSPE_Nossa_Luta.html



Nossa luta Cuspe Paz Caos Manifesto Punk Brasil Racismo Inferno Movimento Políticos Punk Não Morreu Foda-se Somos Punks Decadência Humana Anarquia Drogas

CUSPE - Demo Recife (1991)

Gravado em Recife para uma coletânea "Cooperativa do Caos" que reuniria Discarga Violenta, Devotos do Ódio, CUSPE e outras, mas que acabou não saindo. Quem tiver informações sobre os nomes das músicas ou histórias sobre a coletânea, posta aqui. Só conheço AUTOGESTÃO e JESUS LIBERTÁRIO.

link: https://www.4shared.com/get/W7aX0mgQee/cuspe_recife_1991.html 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

CUSPE - Autogestão (1998)


01- Autogestão ( part. VANTIÊ)
02- Separação Radical 03- Escarre seu Medo 04- Insubmissão 05- La Guerra Sociale 06- Não Venda sua Revolta 07- Caos 08- Violência ( part. JOBSON Disunidos) 09- Estilhaços


link: https://www.4shared.com/get/JzET9tvCda/AUTOGESTO_-_CUSPE_1998.html

Coletânea - Pelejas, Desejos e Vivências - Anarcopunk Rompendo Fronteiras (2013)

Nordeste bra$ileiro: uma imagem estereotipada da seca, pobreza e miséria no seio do país do samba, da caipirinha e da sensualidade. Em partes, esta imagem é verdadeira, o nordeste enfrenta o problema da escassez de chuvas e miséria em parte de suas regiões. Porém o chamado “progresso” também chegou à esta terra: Grandes cidades e pequenas cidades foram construídas,
forjadas com a matança de nativos, exploração escrava ou de mão de obra barata, seu sangue e suor, e assim a economia se desenvolve.

O nordeste é uma terra de muitas riquezas, que encontram-se concentradas nas mãos dos antigos marajás, coronéis e seus descendentes. Curral eleitoral, dominação, desigualdade social: Eis uma das faces da região. Em meio a esse contexto, a população nordestina cresce com uma forte crença religiosa, sendo o moralismo cristão, o machismo, o racismo, a homofobia os pensamentos mais recorrentes. A herança? Ainda hoje o índice de assassinatos a negros e homossexuais é alarmante, sem contar estupros e outras formas de violência menos explícitas.

Vivendo neste meio, você pode seguir a corrente ou buscar alguma mudança. Assim negamos estes valores autoritários, agindo no nosso dia-a-dia, através da política do cotidiano, do façavocê-mesmo, explodindo nossa revolta em pequenos ou grandes atos! Desobediência, anarquia, rebeldia, cambalhotas no ar, insubmissão, um escarro à face da moral! Este registro é fruto do nosso ódio e com ele não pretendemos fcar parados... Todos os dias fazemos nossa revolução, a cada minuto, a cada instante, buscando concretizar nossos desejos, em meio a pelejas e vivências.
Assim passando por cima das imposições, demarcações, açoites, sempre rompendo fronteiras!



CLEPTOMANIA - Punk Sergipe 80/90